Hoje muita gente reclama do Fies. E com razão: dívida alta, inadimplência, renegociação, Desenrola, boleto infinito e o famoso “eu só queria estudar”.
Mas pouca gente lembra que, há dez anos, o programa literalmente caminhava para um colapso.
E não é força de expressão dramática de documentário político da Netflix.
Entre 2010 e 2015, o Fundo de Financiamento Estudantil explodiu em tamanho, custo e desorganização. O número de contratos saltou de cerca de 200 mil para aproximadamente 2 milhões. Enquanto isso, o custo fiscal do programa saiu de R$ 1,9 bilhão para mais de R$ 29 bilhões.
Sim. O Fies cresceu num ritmo tão acelerado que parecia startup recebendo investimento sem ninguém perguntar “e como isso vai se pagar?”.
Fique por dentro!Dez anos depois: como a reforma salvou o Fies de um colapso bilionário