Da sala de aula direto para a Europa: professor da Estácio brilha na República Tcheca

Você já se pegou imaginando sua pesquisa sendo apresentada em um congresso internacional, com gente do mundo inteiro prestando atenção no que você produziu? Pois é, para muita gente isso parece coisa distante, quase um delírio acadêmico. Mas a realidade gosta de surpreender.

Um exemplo bem real disso vem da Estácio. Com persistência, pesquisa séria e zero preguiça científica, o professor Ricardo Barbieri levou seu trabalho para um dos maiores eventos de ciência do esporte do planeta. Nada mal, né?


Pesquisa da Estácio ganhando o mundo

Ricardo Barbieri é coordenador do curso de Educação Física da Estácio e apresentou uma pesquisa focada na criação de um teste de avaliação aeróbia para pacientes com Parkinson. Ou seja, ciência aplicada de verdade, com impacto direto na vida das pessoas — não apenas artigo para enfeitar currículo.

O professor atua no Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto e participou, em julho, do 24th Annual Congress of the European College of Sport Science, realizado em Praga, na República Tcheca. Para contextualizar: esse é o maior congresso de ciências do esporte da Europa e um dos maiores do mundo. Só gente grande da área circulando por lá.


Sobre o estudo apresentado

A pesquisa apresentada tem um nome técnico (porque ciência não facilita):
“Teste de Frequência Cardíaca Crítica para pacientes com Parkinson: aplicando o modelo de potência crítica para a doença de Parkinson”.

O objetivo do estudo foi propor um protocolo capaz de determinar a frequência cardíaca crítica, auxiliando na prescrição de exercícios aeróbios para pacientes com Parkinson. Em outras palavras: ciência transformada em ferramenta prática para melhorar qualidade de vida.

O trabalho foi desenvolvido em parceria com o laboratório Movi-Lab e o programa Ativa Parkinson da UNESP de Bauru, contando com a colaboração e dedicação de diversos profissionais da área.


Pesquisa acadêmica que sai do papel

Esse caso mostra, na prática, como a pesquisa acadêmica ultrapassa muros universitários e gera impacto real na sociedade. E, sim, isso pode começar ainda na graduação.

Se você pensa em seguir o caminho acadêmico, fica o recado: não existe curso “errado” para fazer ciência. O que existe é curiosidade, dedicação e persistência. Procurar um professor, participar de projetos e se envolver com pesquisa faz toda a diferença — inclusive para levar seu trabalho mundo afora.


Quer ver mais histórias assim?

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Então não guarda segredo: comenta, indica e conta pra gente. Vai que a próxima história internacional sai da sua sala de aula. 🌍📚

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