TCC de Psicopatia”: o caso bizarro da estudante de Direito que virou serial killer gourmet

Sim, você leu certo. Estudante de Direito, 36 anos, e com um currículo mais sombrio que o do Walter White: Ana Paula Veloso Fernandes, suspeita de ser uma serial killer que usava veneno como arma principal. E não, não era pra passar no Enem — era pra matar. Literalmente.

De acordo com a polícia, Ana Paula curtia o processo todo. Planejava, manipulava e ainda fazia questão de bancar a cidadã exemplar que “descobriu o crime”. O delegado Halisson Ideião resumiu bem:

“Ela tem prazer em matar. Motivação? Pouco importa.”
Tradução livre: zero remorso, nível Vilã da Netflix desbloqueado.


☠️ Como funcionava o “modo de operação” da estudante

Ana Paula não era qualquer vilã de série B — ela fazia parecer coisa de roteiro.
Primeiro caso? O vizinho Marcelo Fonseca, em Guarulhos. A moça se muda pra casa dele, e poucos dias depois o cara aparece morto. E o detalhe mais macabro: ela continuou morando lá.
Quatro dias depois, o corpo foi encontrado. E adivinha quem ligou pra polícia? Ela mesma. Sempre ela. Uma verdadeira CSI de si própria.

Em outro rolê, ela conheceu Maria Aparecida Rodrigues num aplicativo de relacionamentos (pois é, nem o Tinder escapa dessa história). O objetivo? Envenenar e tentar jogar a culpa num policial militar.
Pra isso, preparou um bolo envenenado, escreveu bilhetinhos falsos e ficou observando de camarote o resultado do plano maquiavélico. Gente… o capricho da psicopatia.


💀 O “trabalho encomendado” e o TCC macabro

Mas o prêmio de ouro vai pro caso do empresário Neil Correia da Silva, no Rio de Janeiro.
A filha dele, Michele Paiva de Queiroz, teria encomendado o assassinato — e quem foi chamada pra missão? Ela, claro: Ana Paula.
Pegou um ônibus São Paulo–Rio, levou o veneno, ajudou a preparar a comida e, poucas horas depois, Neil morreu no hospital.
As duas começaram a se acusar depois, mas a cereja do bolo (sem trocadilhos com o anterior) foi a forma como Ana Paula se referiu ao assassinato: “TCC”.

“Já fiz o trabalho pra ela. O ‘TCC’ foi demorado.”
Sim, ela literalmente transformou homicídio em projeto acadêmico.


🧠 O perfil psicológico: versão “serial killer 2.0”

O Núcleo de Análise Comportamental do DHPP classificou Ana Paula oficialmente como serial killer.
O padrão é o mesmo: planejamento, manipulação, prazer em matar e total indiferença à motivação. Basicamente, o tipo de pessoa que você não quer encontrar nem na aula de penal.

Pra polícia, o caso é um dos mais complexos de homicídio por envenenamento já registrados em SP.
Pra internet, o choque é total: “Direito” virou errado num nível que nem cabe recurso.

A defesa, claro, diz que ela só “relatou fatos à polícia” e que tudo será esclarecido no fim da investigação. (Sim, deve ser difícil justificar um “TCC” desses).


Resumo da ópera:
Ana Paula Fernandes é a prova viva de que nem toda estudante de Direito quer virar advogada — algumas preferem ser tema de série true crime no Fantástico.
E se alguém te oferecer bolo de “amizade” nos próximos dias… talvez seja melhor recusar.

Deixe um comentário