“Ah, então você desenha essas casinhas e mais nada?” – Sério? Como se a gente não passasse dias, noites e, às vezes, semanas tentando projetar a “casinha” mais revolucionária do século. Bem simples, né?
“Eu gostaria de ser um arquiteto.” – Tá, mas você está só dizendo isso porque achou que seria tipo “pintar casinhas bonitinhas” e virar o próximo Oscar Niemeyer. Spoiler: não é bem por aí.
“O seu projeto está um pouco fraco.” – Claro, porque a gente tem toda a calma do mundo para ouvir críticas enquanto estamos prestes a colapsar de tanto estresse. Só mais um empurrãozinho, né?
“Tranquilo, vamos sair você faz o projeto antes da aula.” – Sim, porque projetar algo incrível no prazo de uma hora e meia é completamente viável e saudável para nossa saúde mental.
“Filho, vai dormir.” – Como assim dormir? Tem gente que acha que somos máquinas, não humanos com necessidades fisiológicas. Dormir é para os fracos, né?
“Ah, já que você está estudando arquitetura… poderia dar uma olhada nas rachaduras lá de casa?” – Claro, posso aproveitar o meu tempo fazendo uma visita técnica na sua casa e deixar o projeto mais importante da minha vida de lado. Qual rachadura, mesmo?
“Agora, tudo pode ser feito com o botão direito do computador, não é mesmo?” – Fico imaginando se a gente tivesse um botão que resolvesse as equações, maquetes, escalas e prazos com um simples “botão direito”. A vida seria um sonho!
“Tenho a impressão que todo arquiteto é gay…” – Ah, claro, porque uma profissão tão técnica, com tanto raciocínio lógico e criativo, só pode ser associada a uma questão de sexualidade, né? Que ideia mais evoluída!