JÁ PENSOU EM COMO O DESIGN TEM TUDO A VER COM OS JOGOS OLÍMPICOS?

Então, já parou pra pensar que o design não tá ali só pra deixar tudo bonitinho? Nos Jogos Olímpicos, ele tem um papel muito mais profundo do que apenas ser visualmente agradável. O design tem a missão de conectar culturas e incluir todo mundo, independentemente de habilidades, origens ou qualquer outro detalhe que nos torna únicos. Tudo isso pra criar um evento que seja acessível e agradável para todos.

Quer saber mais? Chamei a nossa professora top de Design da Estácio, Lívia Madella, pra falar sobre como o design faz os Jogos Olímpicos acontecerem. Então, cola aí, que tem informação boa vindo!

Inovações tecnológicas no Design Olímpico

A tecnologia tá invadindo tudo, inclusive o design! Lívia contou que as ferramentas tecnológicas ajudam bastante a entender e criar soluções pros Jogos Olímpicos. Vai desde apps de tradução em tempo real (porque ninguém quer passar perrengue linguístico) até legendas ao vivo e audiodescrição pras pessoas com deficiência visual. Tá achando que é só isso? Nada! O design tá em tudo:

Materiais informativos pra galera entender o que tá rolando;

Guias turísticos, porque turista perdido é uma realidade;

Sinalização pra galera se encontrar na cidade;

Informações de transporte público (ninguém quer ficar rodando à toa).

Tudo isso, claro, pensando nas diferenças e incluindo guias em braile e vários idiomas. A ideia é não deixar ninguém de fora.

UX e a experiência do usuário nos Jogos Olímpicos

Ah, a famigerada UX. Traduzindo: isso é basicamente sobre garantir que todo mundo tenha uma experiência legal interagindo com os produtos e serviços nos Jogos Olímpicos. Segundo Lívia, o pessoal que trabalha no atendimento ao público tem que ser treinado pra não pisar na bola com a diversidade de gente que vai estar lá. Afinal, a meta é garantir que todo mundo saia feliz, ou pelo menos satisfeito, né?

O design dos produtos também entra nessa, porque, assim, quem não quer um souvenir maneiro que você realmente vai usar? Nada de deixar de fora as necessidades especiais, tudo tem que ser pensado pra todo mundo, sem exceção.

Desenho universal e acessibilidade: Porque é o mínimo, né?

Aqui a parada é séria. Acessibilidade não é uma opção, é uma obrigação. De acordo com Lívia, as instalações esportivas e os espaços pros espectadores têm que estar prontos pra receber todo tipo de pessoa, seja qual for a necessidade dela. Nada de improviso! É preciso pensar em todos os detalhes pra garantir que o evento seja seguro, confortável e justo pra geral.

Equipamentos e infraestrutura: Sinalização que faz sentido, por favor!

Agora, pensa comigo: você tá num país que nunca foi, não entende nada da língua, e tudo tá sinalizado de uma forma bizarra. Péssimo, né? Por isso que o design de sinalização precisa ser claro, usar pictogramas que todo mundo entende e ainda ter informações em vários idiomas. Segundo a Lívia, isso facilita a vida de qualquer pessoa, seja ela local ou de fora.

E, olha só, não basta só o esporte. Tem que ter cultura no meio. Espaços culturais inclusivos e programações paralelas são a cereja do bolo pra garantir que todo mundo curta o evento de forma completa.

Sustentabilidade e Design de Produto: Porque legado importa, né?

Organizar um evento gigante como os Jogos Olímpicos mexe com todo o país-sede. E não dá pra simplesmente erguer tudo e depois deixar lá, jogado, né? A Lívia manda a real: essa estrutura tem que ser pensada pro pós-evento, servindo à comunidade e deixando um legado positivo. A ideia é que tudo o que for criado pros Jogos continue beneficiando as pessoas muito depois que as medalhas forem entregues.

Design e performance dos atletas: Porque até no esporte o design ajuda!

Achou que o design só ajudava a galera que tá assistindo? Que nada! A Lívia explicou que, quando bem feito, o design pode melhorar a performance dos atletas também. E não tô falando só de uniformes bonitinhos, mas de equipamentos funcionais, seguros e confortáveis que permitem que os atletas se concentrem no que realmente importa: dar o seu melhor.

Novas tecnologias ajudam até na saúde dos atletas, com monitoramento de frequência cardíaca, oxigenação e outros indicadores. Tudo isso pra ajustar a estratégia de treino na hora e garantir que o atleta esteja sempre no topo da performance.

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