Porque, vamos combinar: salto duplo twist é incrível… mas boleto não se paga com pirueta.
A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) renovou sua parceria educacional com a Universidade Estácio de Sá e o Instituto YDUQS, ampliando o acesso ao ensino superior para atletas da ginástica brasileira.
Tradução direta e objetiva (porque você gosta assim): mais bolsas de estudo, mais planejamento de carreira e menos pânico quando o ciclo olímpico acaba.
🎓 Educação como plano A (e não só plano B)
A parceria garante bolsas de estudo para atletas em atividade e ex-atletas, fortalecendo a política de transição de carreira — aquela fase delicada em que o uniforme da seleção vai para o armário e começa a vida “civil”.
Ao longo do programa, diversos atletas já foram beneficiados, com acesso à formação acadêmica em várias áreas do conhecimento. E olha o dado concreto: somente em 2025, 10 novos profissionais se formaram por meio da iniciativa.
Não é discurso bonito. É diploma na mão.
🏆 Treino de manhã, aula à noite
Entre os atletas contemplados estão integrantes da Seleção Brasileira de Conjunto e nomes como:
- Geovanna Santos (Jojô)
- Bárbara Domingos
- Júlia Soares
- Caio Souza
Sim, eles conciliam treino de alto rendimento com formação acadêmica. Enquanto você reclama de 3 matérias no semestre, tem gente equilibrando rotina de competição internacional com prova na semana seguinte.
Equilíbrio? Elas entendem.
🧠 Visão estratégica (porque gestão também é esporte)
Para o diretor-geral da CBG, Ricardo Resende, a parceria reforça o cuidado integral com o atleta. A carreira esportiva é feita de ciclos — e investir em educação significa garantir uma transição mais segura e qualificação profissional que também fortalece a própria gestão da confederação.
Ou seja: o impacto não é só individual. É institucional. É sustentável. É visão de longo prazo (algo raro e precioso).
Cláudia Romano, presidente do Instituto YDUQS e vice-presidente do grupo educacional YDUQS, reforça que o compromisso é permitir que atletas estudem, compitam e se preparem para o que vem depois da carreira esportiva.
Porque ninguém vive eternamente no pódio — mas pode viver muito bem depois dele.
🔄 Esporte + Educação = Legado real
A renovação consolida uma política da CBG voltada para:
- Educação
- Empregabilidade
- Qualificação profissional
- Construção de legado
A mensagem é clara: desenvolvimento esportivo sustentável não é só medalha e ranking. É formação humana, estrutura forte e carreira sólida dentro e fora das arenas.
E se você é universitária da Estácio, ligada em performance, futuro e autonomia financeira, anota aí: tendência mesmo é ter plano de carreira antes do “e agora?” bater na porta.