Os arquitetos são os esteticistas dos prédios Porque claro, quem precisa de estrutura sólida e funcional quando você pode ter uma parede com um “design incrível”, né? Para um engenheiro, um prédio precisa ser mais do que “bonito”. Deve ser seguro, viável e não cair no primeiro ventinho. Mas, hey, quem sou eu para questionar a “beleza” de uma parede torta, não é mesmo?
Falta de conhecimento Não, a gente não está falando de habilidade para desenhar no papel. Faltam muitos arquitetos quando o assunto é entender como a coisa realmente se mantém de pé. Mas tudo bem, eles têm suas plantas encantadas que “tudo vai dar certo”. Desculpa, mas aquele “detalhe” de design de 2cm a mais vai afetar a integridade estrutural, viu?
Os professores Ah, os professores de arquitetura… sempre com aquela história de “não pensem apenas na estrutura, mas também na sensação do espaço”. Pois é, a sensação é ótima, mas a nossa sensação vai de zero a pânico quando vemos que as paredes não estão alinhadas. A conversa com os professores de arquitetura vira uma eterna disputa entre estética e física.
Testemunhos históricos Você já percebeu que todo arquiteto adora citar uma obra que desafiou a gravidade ou uma estrutura “icônica” que, na verdade, foi um pesadelo para os engenheiros que tentaram executá-la? Ah sim, aquele prédio famoso que quase não sobreviveu à sua própria construção. “Não, mas era um projeto inovador!”. Tá, mas será que foi inovador ou uma desculpa para mais um trabalho para os engenheiros?
Petulância na frente de qualquer arquiteto Ah, aquele momento clássico: o arquiteto entra na sala e começa a falar sobre “sentir o ambiente” e como “o espaço vai conversar com as pessoas”. O engenheiro só respira fundo e lembra que o tal “ambiente” precisa de um fundamento, sem pressões externas que causem rachaduras. Resumindo: vamos trabalhar com o real, ok?