Eles odeiam clichês. Historiadores preferem analisar as complexidades do passado sem cair em estereótipos ou simplificações.
Frequentam exposições de arte e assistem filmes ‘estrangeiros’. Embora filmes de ação e comédias românticas possam aparecer ocasionalmente, sempre há uma análise crítica por trás, com foco em contextos socioculturais e geopolíticos.
Sempre discutem se a história é uma ciência ou não. A eterna dúvida entre a história ser uma ciência exata ou uma área de conhecimento humanística.
Todos os seus amigos pensam que você é uma enciclopédia ambulante. Afinal, eles sempre sabem a data exata de qualquer acontecimento histórico relevante.
Você pode passar horas lendo sobre a Segunda Guerra Mundial ou o Brasil Colônia. A paixão por história é tão grande que estudar os fatos sem parar não é cansativo.
Entram em crise quando alguém menciona ‘Verdade’ e ‘Objetividade’. Porque, para um historiador, a verdade histórica é cheia de camadas e interpretações.
Odeiam o History Channel. Aquele canal que começou com documentários sérios e se transformou em um espetáculo de sensacionalismo.
Se divertem com videogames e jogos online com conteúdo histórico. Quando a diversão também envolve aprender algo novo sobre o passado.
Sabem todos os dados sobre guerras que aconteceram há mil anos atrás. Fatos que ninguém mais se importa, mas que para eles são uma verdadeira obsessão.
Fazem piadas que ninguém entende. Piadas sobre períodos históricos, eventos e personagens que apenas os outros historiadores conseguem compreender.
Contextualizam o passado mesmo quando a pergunta é recente. Perguntou sobre algo recente? Eles vão te lembrar de eventos históricos que mudaram o curso da história.
Sabem que o ‘lado bom’ e o ‘lado ruim’ da história não são tão simples. A história não é dividida em bons e maus, mas em contextos complexos.
Lêem tudo o que encontram pela frente. Livros, revistas, artigos e até a bula de remédios, porque o conhecimento nunca é demais.
Se sentem os novos revolucionários do mundo. A ideia de mudar o mundo através do estudo e da reflexão histórica é um impulso constante.
Seus amigos sempre perguntam: ‘A história é cíclica?’ A velha dúvida de se estamos repetindo os mesmos erros ao longo do tempo.
Sabem que a micro-história não é sobre livros pequenos. Micro-história se refere ao estudo de pequenos eventos e indivíduos que moldaram o grande quadro histórico.
Tomam precauções exageradas ao lidar com arquivos históricos. Eles podem não ter usado máscara durante a gripe H1N1, mas para manusear um manuscrito de 1600, a proteção é essencial!
Sua rotina é baseada em leituras, reflexões e análises comparativas. Uma vida dedicada à interpretação do passado e como ele se reflete no presente.
Sabem línguas antigas e exóticas. Latim, grego, árabe, russo… Um historiador nunca para de aprender idiomas para decifrar textos antigos.
Amam corrigir os erros históricos nos filmes. Quando assistem a um filme, o prazer de encontrar falhas históricas é quase um dever acadêmico.