Se tem uma coisa que brasileiro não perdoa é trapaça em concurso! Mas dessa vez, os espertinhos se deram mal. No último domingo (16), 13 pessoas foram presas em flagrante durante um concurso público no Pará, em Belém e Castanhal. O motivo? Tentativa de fraude e associação criminosa.
E o esquema era coisa de filme: os suspeitos estavam equipados com minicelulares escondidos nas roupas, calçados e até nas partes íntimas. Tudo isso para receber as respostas de um grupo de professores especialistas, que faziam a prova e depois repassavam o gabarito para os candidatos.
🚨 Como a polícia pegou os fraudadores?
Os policiais civis, que estavam disfarçados de fiscais, monitoraram os locais de prova e abordaram os suspeitos no momento estratégico: quando iam ao banheiro conferir o gabarito. Inteligente, né? As prisões aconteceram nos bairros Marco, Umarizal e Val de Cans, em Belém.
Segundo as investigações, a quadrilha já tentou fraudar outros concursos no estado e operava a partir de um núcleo em Abaetetuba. E olha só o preço da “cola de luxo”: os criminosos cobravam até R$ 10 mil de cada candidato para garantir as respostas corretas.
📌 O que foi apreendido?
🔹 Minicelulares ultradiscretos
🔹 Relógios digitais modificados
🔹 Celulares pessoais
Segundo a Polícia Civil, as abordagens foram feitas sem constranger os outros candidatos. Os presos foram encaminhados para a Divisão de Investigação e Operações Especiais (DIOE).
A operação foi comandada por equipes da Superintendência Regional do Baixo Tocantins, do Núcleo de Apoio à Investigação de Abaetetuba, da Delegacia de Homicídios de Abaetetuba e da Diretoria de Polícia Especializada (DPE).
🚨 Moral da história: quem tenta dar jeitinho em concurso pode acabar dando um jeitinho de arrumar um advogado!